Jejum faz mal? O que a ciência realmente diz

Uma das perguntas mais comuns sobre o jejum é se ele pode fazer mal à saúde. A resposta médica mais honesta é: depende do contexto, do tipo de jejum e do perfil da pessoa.

Quando bem aplicado, o jejum pode trazer benefícios metabólicos. Quando mal conduzido, pode gerar riscos importantes.

Por que o jejum ganhou fama de perigoso

Durante décadas, a ideia dominante era de que ficar muitas horas sem comer poderia causar hipoglicemia, perda muscular e prejuízos ao metabolismo.

No entanto, pesquisas mais recentes mostram que o corpo humano é metabolicamente flexível e capaz de se adaptar a períodos sem alimentação.

O que dizem os estudos científicos

Uma revisão publicada no New England Journal of Medicine analisou diversos protocolos de jejum e concluiu que, em pessoas saudáveis, o jejum intermitente é geralmente seguro quando bem planejado.

Já o jejum prolongado exige maior cautela e acompanhamento profissional.

Quando o jejum pode fazer mal

  • Gestantes e lactantes
  • Pessoas com histórico de transtornos alimentares
  • Indivíduos com diabetes em uso de insulina
  • Pessoas com doenças crônicas sem acompanhamento

Sinais de alerta durante o jejum

  • Tontura persistente
  • Fraqueza intensa
  • Confusão mental
  • Desmaios

Conclusão

O jejum não é perigoso por si só, mas não é indicado para todos. A ciência apoia seu uso em contextos específicos, sempre com individualização e orientação.