Benefícios do jejum segundo a ciência
O jejum vem sendo amplamente estudado nas últimas décadas por seus efeitos metabólicos, hormonais e celulares. Pesquisas modernas ajudaram a separar mitos de benefícios reais, baseados em evidências científicas.
Embora o jejum não seja uma solução universal, a ciência reconhece que ele pode trazer vantagens importantes quando aplicado de forma adequada e individualizada.
Melhora da sensibilidade à insulina
Estudos indicam que o jejum reduz os níveis de insulina circulante, permitindo que as células recuperem parte da sua sensibilidade a esse hormônio. Esse efeito é especialmente relevante em pessoas com resistência à insulina.
Auxílio no controle do peso corporal
Ao reduzir a frequência alimentar, o jejum pode facilitar o déficit calórico e estimular a queima de gordura, desde que não haja compensação exagerada nas refeições.
Redução da inflamação crônica
Pesquisas mostram redução de marcadores inflamatórios, como a proteína C-reativa (PCR), em indivíduos que adotam protocolos de jejum. A inflamação crônica está associada a diversas doenças metabólicas.
Estímulo à autofagia
Durante períodos prolongados sem ingestão calórica, o organismo ativa mecanismos de reciclagem celular conhecidos como autofagia. Esse processo é fundamental para a manutenção da saúde celular.
Possíveis benefícios para a longevidade
Estudos experimentais sugerem associação entre jejum, ativação da autofagia e envelhecimento mais saudável. Apesar disso, os efeitos de longo prazo ainda estão sendo investigados.
Conclusão
Os benefícios do jejum são reconhecidos pela ciência, mas dependem do perfil individual, do tipo de jejum e da forma como ele é aplicado. A orientação profissional continua sendo fundamental.