Jejum intermitente: como funciona e o que a ciência explica
O jejum intermitente é atualmente a forma mais popular de jejum. Ele se baseia na alternância entre períodos de alimentação e períodos sem ingestão calórica, sem necessariamente definir o que comer, mas quando comer.
Essa abordagem ganhou destaque por sua simplicidade e por evidências científicas que apontam benefícios metabólicos quando bem aplicada.
Como o jejum intermitente funciona na prática
No jejum intermitente, a pessoa permanece em jejum por um período pré-definido e concentra a alimentação em uma janela específica do dia.
Os protocolos mais comuns incluem jejuns de 12h, 14h, 16h e 24h, sendo o 16:8 um dos mais praticados.
O que acontece no corpo durante o jejum intermitente
Durante o período de jejum, há redução da insulina, aumento do glucagon e maior mobilização de gordura corporal.
Essas alterações favorecem a flexibilidade metabólica e ajudam o organismo a alternar entre diferentes fontes de energia.
O que dizem os estudos científicos
Uma revisão publicada no New England Journal of Medicine mostrou que o jejum intermitente pode melhorar a sensibilidade à insulina, auxiliar no controle do peso e reduzir inflamação em alguns perfis.
Jejum intermitente é para todos?
Apesar dos benefícios, o jejum intermitente não é indicado para todas as pessoas. A individualização é essencial para segurança e bons resultados.
Conclusão
O jejum intermitente funciona por promover adaptações metabólicas naturais. Quando bem planejado, pode ser uma ferramenta simples e eficaz, mas sempre deve respeitar o contexto individual.